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quarta-feira, 27 de novembro de 2019
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Já chove!
Para que
possas
saltar nas poças,
não te esqueças das botas.
Veste um agasalho
e tem cuidado com o orvalho.
saltar nas poças,
não te esqueças das botas.
Veste um agasalho
e tem cuidado com o orvalho.
Já chove e
faz frio.
Hoje tive um arrepio…
Que contente está o nosso rio!
Hoje tive um arrepio…
Que contente está o nosso rio!
Chove e eu
estou feliz.
Que bom para o meu país!
Que bom para o meu país!
Diana Tomaz,
Inês Ferreira, Matilde Mendes, Maria Rita Matos, Carolina Filipe, Carlos Carmo,
Lara Ribeiro, Rafael Antunes, Artur Vergonjeanne, Leandro Henriques - 6ºC
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Dia Nacional do Mar
E porque o mar é nosso, a Biblioteca da nossa escola não quis deixar de comemorar esta efeméride...
À vossa disposição está um conjunto de livros sobre o mar... diferentes olhares sobre este tema tão importante para os portugueses de hoje e de ontem!
A Biblioteca espera-vos!!!
Olhemos para o NOSSO MAR a partir dos olhares de diferentes autores, sempre com os olhos postos no futuro!
O NOSSO MAR exige a atenção de todos!
À vossa disposição está um conjunto de livros sobre o mar... diferentes olhares sobre este tema tão importante para os portugueses de hoje e de ontem!
A Biblioteca espera-vos!!!
Olhemos para o NOSSO MAR a partir dos olhares de diferentes autores, sempre com os olhos postos no futuro!
O NOSSO MAR exige a atenção de todos!
A equipa da BE
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
CONVITE para um serão de CUMPLICIDADES
CUMPLICIDADES - Poesia e Música
20 poetas deste e de outros tempos apresentam-se ao som do piano e do acordeão
Biblioteca Municipal de Tomar
23 de Fevereiro - 21.00 H
Entrada livre
Organização: Agrupamento de Escolas Gualdim Pais - CNO - Cursos EFA
segunda-feira, 19 de abril de 2010
A very simple poem
A Poet
Pen and paper
Over and over
Encouraging our mind
Till the end!
Ana Freitas
José Miguel
Miguel Gomes
9º D
sábado, 12 de dezembro de 2009
Quadras ao S. Martinho
São Martinho
Valente soldado,
Regressava a cavalo
Com o tempo nublado.
Avistou um mendigo
E decidiu ajudar,
Estava tanto frio
Que a capa decidiu partilhar.
Com esta boa acção
Que Martinho realizou,
Ficaram todos felizes
Pois o tempo melhorou.
MARIANA ALVES
Nº21 6ºG
Valente soldado,
Regressava a cavalo
Com o tempo nublado.
Avistou um mendigo
E decidiu ajudar,
Estava tanto frio
Que a capa decidiu partilhar.
Com esta boa acção
Que Martinho realizou,
Ficaram todos felizes
Pois o tempo melhorou.
MARIANA ALVES
Nº21 6ºG
sábado, 2 de maio de 2009
DIA MUNDIAL do LIVRO e dos DIREITOS de AUTOR
Sessão de Poesia e Música na Biblioteca Municipal António Cataxo da Fonseca - Tomar
domingo, 26 de abril de 2009
25 de Abril, 35 anos depois...
Comemorar o 25 de Abril é também recordar poemas e cantores que fazem parte da nossa história recente...
A liberdade é um bem a preservar!
Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira, José Afonso personalidades incontornáveis...
Pergunto ao vento que passa
notícias do meu País
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
(...)
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz Não.
Manuel Alegre
(1963)
A liberdade é um bem a preservar!
Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira, José Afonso personalidades incontornáveis...
Pergunto ao vento que passa
notícias do meu País
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
(...)
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz Não.
Manuel Alegre
(1963)
domingo, 8 de março de 2009
Recordando Sophia de Mello Breyner, neste "Dia Internacional da Mulher"...

O poema me levará no tempo
Quando eu já não for eu
E passarei sozinha
Entre as mãos de quem lê
O poema alguém o dirá
Às searas
Sua passagem se confundirá
Com o rumor do mar com o passar do vento
O poema habitará
O espaço mais concreto e mais atento
No ar claro nas tardes transparentes
Suas sílabas redondas
(Ó antigas ó longas
Eternas tardes lisas)
Mesmo que eu morra o poema encontrará
Uma praia onde quebrar as suas ondas
E entre quatro paredes densas
De funda e devorada solidão
Alguém seu próprio ser confundirá
Com o poema no tempo
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Poema de Ano Novo - Carlos Drummond de Andrade
POEMA DE ANO NOVO
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Poema de Carlos Drummond de Andrade
Votos de Bom Ano Novo!!!
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Poema de Carlos Drummond de Andrade
Votos de Bom Ano Novo!!!
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